Ex-Governador Roberto Paulino defende aliança do grupo político com Lula pra 2022

Paulino, Fátima e Lula. Foto: Reprodução.

Segundo informações do jornalista Walter Santos, o ex-governador Roberto Paulino, vice-presidente do MDB na Paraíba, declarou que não será candidato a nenhum cargo eletivo em 2022.

Contudo, o emedebista mostrou que não deixará de dar sua contribuição nas articulações políticas de seu partido e do grupo, para as eleições gerais.

Paulino sugere que o Senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB), busque contato com os Deputados Federais Gervásio Maia (PSB) e Wilson Santiago (PTB) – que já integraram os quadros partidários – com a finalidade de trazê-los de volta para o Movimento Democrático Brasileiro.

“Tanto eu quanto Raniery temos dito ao senador e presidente Veneziano para que ele busque e convide os deputados federais Wilson Santiago e Gervásio Maia para disputarem a reeleição pelo MDB”, frisou o ex-governador.

O líder guarabirense ainda defendeu que o grupo político esteja ao lado do ex-Presidente Lula nas eleições de 22, por reunir as condições de um projeto socioeconômico consistente em favor do país, em especial dos mais pobres.

Roberto espera que o MDB saia das próximas eleições com pelo cinco deputados estaduais.

Redação Gabinete Paraíba com informações do WSCOM

[TRANSPORTES] Após provocação do Sindicato dos Comerciários, Procuradoria do Trabalho convoca reunião para discutir o transporte público em Campina Grande

Aconteceu na manhã dessa última segunda-feira (10), uma reunião convocada pela Procuradoria Regional do Trabalho, de forma virtual, que contou com a participação da Prefeitura de Campina Grande, através da STTP, SINDLOJA, Representações de Lojistas do Shopping Partage e o Sindicato dos Comerciários de Campina Grande, entidade esta que motivou o referido encontro, após apresentar um documento ao Ministério do Trabalho, relatando uma série de situações referentes a condição atual de funcionamento do sistema de transporte público da cidade.

As referidas questões apresentadas pelo Sindicato, são fruto de denuncias recebidas pela própria entidade e questionamentos apresentados pelos trabalhadores, não só os do comércio. Entre as principais questões, a superlotação dos ônibus em horário de pico, a falta de transporte que atenda toda a demanda de passageiros após às 20 horas, a falta de sanitização dos transportes coletivos e o número reduzido da frota.

José do Nascimento Coelho, Presidente do Sindicato dos Comerciários, comentou que muitos trabalhadores estão precisando utilizar outras alternativas de transporte, como moto-táxi, alternativos, aplicativos de transporte, gerando um gasto extra para essas pessoas. Algumas poucas empresas, estão tendo que diretamente terceirizar outros serviços, como a locação de Vans e o pagamento de Uber, por exemplo. O que para o próprio sistema público gera um prejuízo, tendo em vista que estes passageiros deixam de utilizar o serviço, uma reclamação feita pela própria STTP, que nos últimos dias tem alegado a diminuição de usuários.

Coelho ainda sugeriu que a STTP pudesse realizar campanhas de conscientização do uso seguro do sistema, assim como colocasse fiscais nos coletivos, para garantir a segurança e fortalecesse a sanitização dos ônibus e terminais, que a STTP e a prefeitura poderia se utilizar de recursos da própria entidade, dinheiro arrecadado com as multas e outros pagamentos no município.

Como encaminhamento da audiência, que foi mediada pelo Procurador do Trabalho Raulino Maracajá, houve sugestão da divulgação do aplicativo de transporte coletivo para que a população tenha conhecimento sobre a disponibilização dos ônibus. Ademais, concedeu um prazo de 05 (cinco) dias para a STTP encaminhar ao MPT um estudo/levantamento sobre a existência de demanda excedente de passageiros do Atacadão localizado na BR e do Shopping Partage, bem como sobre a quantidade de passageiros que necessitam da linha nº 245, dados estatísticos com relação ao número de usuários entre os meses de abril e maio. O Sindicato do Comércio encaminhará ao MPT levantamento sobre trabalhadores do comércio que estariam sendo prejudicados em razão do horário reduzido da frota de ônibus de Campina Grande.

A Ata do encontro pode ser acessada abaixo:

Redação Gabinete Paraíba

[FÊNIX] De volta das cinzas, Cozete Barbosa ressurge e promete contar os bastidores da sua história e da política Campinense

A ex-Prefeita de Campina Grande, Cozete Barbosa, em publicação feita no seu perfil do Facebook nessa última segunda-feira (10), disse estar de volta e promete contar a sua história e tudo que aconteceu com ela nos bastidores da política campinense, em especial os últimos 40 anos.

Cozete Barbosa foi por mais de 20 anos sindicalista, Presidenta do SINTAB, Vereadora de Campina Grande (1996 – 2000), foi eleita Vice-Prefeita ao lado de Cássio Cunha Lima em 2000, assumindo a Prefeitura de Campina Grande em 2002, quando Cássio deixou o mandato para concorrer ao Governo do Estado.

Em sua postagem, Cozete promete que será uma verdadeira aula de história e “dos bastidores da “Política” que tanto mal fez a milhares e milhares de pessoas e SEMPRE beneficiou uma elite”.

Confira a postagem:

Apesar de ter sido uma das mais influentes políticas da década de 90 em Campina Grande e em todo o Estado, chegando a ser segunda colocada na eleição para o Senado em 1998, Cozete sofreu muitos ataques e pressões durante o seu período na Prefeitura de Campina, tendo praticamente sumido do cenário político e eleitoral após o fim da sua gestão. Sem duvidas, a oportunidade de ouvir o seu lado da história, será de grande importância e tema de debates pra quem gosta de política na cidade.

Redação Gabinete Paraíba

[CPI DA COVID] Cloroquina não funciona contra doença, mas governo tinha plano para mudar bula, diz presidente da Anvisa

O presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, reafirmou em depoimento à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) nesta terça (11/05) que todos os estudos científicos confiáveis concluídos até hoje apontam que a cloroquina não funciona no tratamento contra a covid-19.

Barra Torres afirmou que não houve pressão do governo federal sobre a agência para a aprovação da cloroquina para o combate ao coronavírus, mas confirmou que foi levantada a possibilidade de mudar a bula da cloroquina em uma reunião de ministros. Barra Torres afirmou que o encontro teve a presença da médica Nise Yamaguchi, que citou a minuta de um documento sobre a mudança.

“Esse documento foi comentado pela dra. Nise Yamaguchi, o que provocou uma reação até uma pouco deseducada minha, de dizer que aquilo não poderia ser”, afirmou Barra Torres. “Só quem pode modificar a bula de um medicamento registrado é a agência reguladora do país (a Anvisa), mas desde que solicitado pelo detentor do registro.”

Ou seja, a mudança só poderia acontecer se pedida pelos laboratórios que produzem a cloroquina, se houvesse a descoberta de que o medicamento tem esse funcionamento — o que não aconteceu.

“Se a indústria descobre que o remédio tem essa função, isso representa um ganho para a sociedade e obviamente ganho de dinheiro para aquele laboratório. Então uma pessoa física propor isso não tem cabimento”, afirmou Barra Torres.

Barra Torres afirmou que não tem informações sobre quem criou o documento.

Apesar de não haver estudos clínicos que comprovem a eficácia de medicamentos como a cloroquina e a ivermectina no combate ao coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro tem defendido publicamente os remédios para o que ficou conhecido como “tratamento precoce” da doença.

Embora o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em seu depoimento na semana passada, tenha dito que há um debate na comunidade científica sobre a cloroquina, na realidade não há estudos confiáveis e criteriosos, publicados em revistas de prestígio, que apontem para esse caminho.

Isso foi confirmado por Barra Torres, que afirmou: “Não há evidências que apontem para a eficácia (da cloroquina contra covid) em estudos clínicos ortodoxamente regulados, ou seja, com placebo, duplo cego e randomizados”

Controle com placebo, duplo cego e randomizado são características essenciais em estudos clínicos para que eles sejam considerados confiáveis.

Autonomia da Anvisa

No início da pandemia, em 15 de março do ano passado, Barra Torres chegou a participar de ato a favor do governo no Palácio do Planalto, ao lado de Bolsonaro. Ambos sem máscara interagiram com apoiadores do presidente, atitude que contribuiu para arranhar a imagem de independência da Anvisa.

Ao longo de seu depoimento, no entanto, Barra Torres afirmou diversas vezes que a Anvisa é um órgão técnico, formado por servidores de carreira, e que mesmo os diretores nomeados politicamente “não tem poder” para exercer pressão sobre os servidores.

Também disse que não houve nenhum tipo de ingerência do governo sobre a atuação da agência reguladora sobre cloroquina e não recebeu demandas para facilitar seu uso.

Barra Torres afirmou que “não há possibilidade de que um diretor exerça poder sobre as pessoas” na Anvisa, porque os técnicos servidores usam seus próprios CPFs para fazer as autorizações.

“Seria preciso um poder sobrenatural para que toda uma coletividade de técnicos se convencesse de mudar de opinião (comprometendo os próprios CPFs)”, afirmou Barra Torres.

Barra Torres também comentou o episódio em que foi fotografado sem máscaras ao lado do presidente. “É óbvio, em termos da imagem que passa, hoje vejo que se pensasse mais cinco minutos não teria feito. Até porque o assunto (que fui tratar) não era urgente. Depois disso, nunca mais houve esse comportamento meu”, afirmou.

O presidente da agência disse que, na época da foto, o ministério da Saúde e a OMS ainda indicavam uso de máscaras apenas para profissionais de saúde e pessoas em risco.

“Apesar da amizade entre eu o presidente, a conduta do presidente difere da minha nesse sentido”, disse. “As manifestações que faço têm sido todas no sentido do que recomenda a ciência.

Declarações do governo

Barra Torres afirmou que a Anvisa recebeu “muito mal” a declaração do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros, que disse que a Anvisa “não se importa com a pandemia” e que iria “enquadrar a agência” para facilitar as aprovações. “Recebemos muito mal.”

Torres também criticou as falas do presidente da República que criticavam vacinas e colocavam dúvidas sobre sua segurança.

Em outubro de 2020, o presidente chegou a desautorizar o então ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, após ele anunciar que iria fechar contrato para compra de 46 milhões de doses da CoronaVac.

“A vacina chinesa de João Doria, qualquer vacina antes de ser disponibilizada à população, deve ser comprovada cientificamente pelo Ministério da Saúde e certificada pela Anvisa. O povo brasileiro não será cobaia de ninguém. Minha decisão é a de não adquirir a referida vacina”, disse Bolsonaro na ocasião.

“Vai contra tudo o que nós temos preconizado em manifestações públicas”, disse. “Entendemos que a política de vacinação é essencial e que não é o fato de vacinar que vai abrir mão de máscaras e de isolamento social imediatamente.”

Criticar vacinas é algo que inclusive não tem razoabilidade histórica, disse ele. “Se estamos todos sentados aqui nessa sala é porque um dia o pai ou mãe nos pegou pela mão e levou para vacinar.”

“A população não deve se orientar por orientações dessa maneira (do presidente da República), mas pela orientação de órgãos técnicos que estão na linha de frente.”

Mas afirmou que não houve nenhum tipo de interferência ou pressão do governo sobre vacinas.

Sobre a decisão da Anvisa de suspender a fase três dos testes da CoronaVac após a morte de um dos voluntários, Barra Torres afirmou que foi uma decisão técnica tomada por um comitê de 15 pessoas.

O Butantã depois esclareceu que a causa do óbito não tinha qualquer relação com a vacina (tratava-se de um suicídio). Segundo Barra Torres, essa informação não tinha sido passada para agência reguladora.

Barra Torres apresentou documentos para comprovar sua explicação.

Obrigatoriedade das vacinas e campanhas de comunicação

Questionado sobre sua opinião sobre a obrigatoriedade das vacinas, Antônio Barra Torres afirmou que, como médico, acredita no convencimento, ou seja, que não é necessária a obrigatoriedade e sim uma forte campanha de conscientização.

“Meu desejo é que as pessoas, vamos dizem assim, briguem para se vacinar. Eu quero ter o poder de convencer as pessoas para que elas busquem a vacinação a todo custo”, afirmou.

“Eu temo que uma determinação, a confecção de algum tipo de lei suplante um trabalho que é talvez até lento, de convencer”, afirmou. “Não acredito que a obrigatoriedade vai produzir efeitos.”

Barra Torres afirmou, no entanto, que o mundo todo já sinaliza para uma virtual obrigatoriedade.

“Diversos países já afirmam que se não tiver determinada vacina não vai entrar naquele país”, afirmou.

O ex-secretário das Comunicações, Fábio Wajngarten, será ouvido na quarta (12) e deve ser questionado sobre a falta de campanhas de prevenção à covid por parte do governo federal.

Fonte BBC

[RECONHECIMENTO] Hospital de Clínicas é reconhecido pelo trabalho de excelência no combate à pandemia

O Hospital de Clínicas, em Campina Grande, recebeu o reconhecimento do serviços prestados a todos os pacientes que passam pela unidade na luta contra a Covid-19. A saudação partiu da deputada estadual, Pollyanna Dutra, que apresentou na Assembleia Legislativa da Paraíba um requerimento propondo votos de aplausos ao Hospital de Clínicas pelos relevantes serviços prestados à saúde no atual cenário.

O hospital se tornou o maior da Paraíba e a grande referência no estado no tratamento da doença, acolhendo pacientes da região de Campina Grande, do Sertão e região metropolitana de João Pessoa.

Na justificativa, a deputada ressaltou a incansável e honrosa missão da equipe de saúde da unidade que “ vem se destacando como fonte de esperança e cuidado para todos os que precisam de seus serviços”, disse Pollyanna.

O diretor-geral do Hospital de Clínicas, Dr Jhony Bezerra chamou a atenção para a dedicação dos profissionais que vem fazendo a diferença na unidade, e parabenizou todos por, juntos, serem os responsáveis por essa homenagem.

“O nosso sucesso é feito por meio de cada profissional que está aqui dentro, se doando e se dedicando incansavelmente todos dias para salvar vidas. Para nós cada alta médica é uma vitória e o que nos motiva a seguir”, afirmou.

Fonte PBEMDIANTE

[OPORTUNIDADE] Empreender PB abre em maio 3º e 4º ciclos de inscrições para 1.460 vagas em 40 municípios

O programa Empreender Paraíba irá realizar, nos dias 20 e 27 de maio, a abertura dos 3º e 4º ciclos de inscrições de linhas de crédito do Empreender Mulher e Primeiro Crédito. Ao todo, serão disponibilizadas 1.460 vagas, totalizando um investimento superior a R$ 10,2 milhões em 40 municípios paraibanos.

A abertura de inscrições do 3º ciclo ocorrerá no dia 20 de maio, a partir das 8h. Serão destinadas 810 vagas para as linhas Empreender Pessoa Física, Empreender Juventudes, Empreender Profissional Liberal e Empreender Profissional Liberal Juventudes, contemplando os municípios de Cruz do Espírito Santo, João Pessoa, Pitimbu, Sobrado, Caiçara, Cuitegi, Bananeiras, Solânea, Alcantil, Aroeiras, Cabaceiras, Lagoa Seca, Massaranduba, Remígio, Campina Grande, Mogeiro, Salgado de São Félix, Ingá e Riachão do Bacamarte.

Já a abertura de inscrições do 4º ciclo ocorrerá no dia 27 de maio, às 8h, para as linhas  Empreender Pessoa Física, Empreender Juventudes, Empreender Profissional Liberal, Empreender Profissional Liberal Juventudes e Empreender Mulher. Nesta fase, serão beneficiados 650 empreendedores dos municípios de Caraúbas, Coxixola, São José dos Cordeiros, São Sebastião do Umbuzeiro, São José do Sabugi, Cacimba de Areia, Patos, Passagem, Santa Luzia, Cachoeira dos Índios, Carrapateira, Poço José de Moura, São João do Rio do Peixe, São Francisco, Lastro, Sousa, Santa Cruz, Paulista, São Domingos, Lagoa e Cajazeirinhas.

Os cadastros poderão ser realizados no site www.empreender.pb.gov.br . O Empreender Paraíba orienta aos interessados que façam a leitura do edital (disponível no site) para verificar a documentação obrigatória.

Nos primeiros meses de 2021, o Empreender Paraíba já abriu 1.035 vagas e realizou 1.004 capacitações e 946 planos de negócios. Além disso, mais de R$ 3,6 milhões já foram investidos em 31 municípios do estado.

Fonte Governo PB