OLÍMPIO ROCHA ENTRA NA JUSTIÇA CONTRA BRUNO CUNHA LIMA PARA REVISÃO DO PLANO DIRETOR DE CAMPINA GRANDE E PEDE QUE O PREFEITO SEJA INVESTIGADO POR IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA

O Advogado e Professor Olímpio Rocha (PSOL), candidato a Prefeito de Campina Grande em 2020 e atual pré-candidato a Deputado Estadual, ajuizou Ação Popular contra o Prefeito Bruno Cunha Lima pedindo à Justiça que determine o imediato andamento do Processo de Revisão do Plano Diretor da Cidade.

Olímpio Rocha

Também são réus na Ação o próprio Município de Campina Grande e o atual Secretário de Planejamento e Presidente do Comitê Gestor do Plano Diretor, Félix Araújo Neto.

Na Ação, Olímpio lembra que o atual Plano Diretor é ainda do ano de 2006, sendo que deveria ter sido revisado, no máximo, em 2016, já que o Estatuto das Cidades determina o prazo de 10 anos para tal revisão, o que não ocorreu.

_O Advogado também pede que o Ministério Público da Paraíba seja oficiado para que apure a prática de improbidade administrativa tanto da parte do atual Prefeito, Bruno Cunha Lima, como da parte do ex-Prefeito Romero Rodrigues, que teve 8 anos para fazer a revisão do Plano Diretor mas nada fez, incorrendo em improbidade administrativa._

Olímpio afirma que o prefeito “chegou a baixar o Decreto Municipal nº 4.599/2021, de 02 de agosto do ano passado, traçando regras para a atualização do Plano Diretor mas, de lá para cá, tudo quedou inerte. Como se diz no popular, foi um decreto para inglês ver, continuando omissa a edilidade quanto à exigência legal para elaboração do novo PDCG.”

O Plano Diretor tem previsão constitucional e é instrumento imprescindível para a política urbana e ambiental, devendo prever uma série de instrumentos administrativos e políticas públicas para o desenvolvimento sustentável da cidade ao longo da década.

Há várias decisões Brasil afora, tanto em sede de Ação Popular quanto em Ação Civil Pública, que reconhecem a imposição legal no tocante à necessidade de revisão do Plano Diretor.

A Ação Popular, igualmente fundamentada na Lei Orgânica do Município de Campina Grande, também pede a condenação dos réus em danos morais coletivos, no importe mínimo de R$ 100.000,00, pela omissão na atualização do Plano Diretor, tendo sido distribuída para a 3ª Vara de Fazenda Pública de Campina Grande, sob o numero 0810415-46.2022.8.15.0001, e está conclusa para decisão liminar.

Veja:

TBT? Merendeiras encontram embalagens adulteradas fornecidas para a merenda em Campina Grande

Merendeiras que trabalham em escolas municipais de Campina Grande constataram uma situação preocupante. A embalagem de carnes, entregues pela empresa que fornece merenda escolar ao município, apresentava indícios de adulteração.

Vídeos feitos pelas profissionais mostram que a embalagem original das carnes indica ‘músculo dianteiro’, enquanto um adesivo colocado sobre o nome do produto diz ser ‘lombo bovino’. O caso chegou ao conhecimento da Secretaria de Educação ontem à noite.

Vejam detalhes: https://jornaldaparaiba.com.br/politica/pleno-poder/2021/10/20/merendeiras-encontram-embalagens-adulteradas-e-educacao-vai-instaurar-sindicancia-em-campina-grande

A ‘Pasta’ informou que uma sindicância será instaurada para investigar a denúncia. “Também foi feito contato, através de circular, com todas as unidades da rede municipal de ensino, no sentido de identificar toda a extensão dos fatos e averiguar se efetivamente a suposta irregularidade tratasse de um caso isolado ou de uma sistemática e lamentável postura de fraude por parte da empresa fornecedora. Por uma questão de princípio e padrão administrativo, a Secretaria é a principal interessada em esclarecer os fatos e exigir da empresa explicações e o fiel cumprimento do contrato em vigor”, afirma a nota.

OPERAÇÃO FAMINTOS – Na gestão passada do prefeito Romero Rodrigues (PSD) a merenda escolar já deu muita dor de cabeça para a administração municipal. A prefeitura foi alvo da Operação Famintos, que identificou fraudes na merenda escolar do município. Dezesseis empresários foram condenados em primeira instância e quatro ex-secretários foram denunciados pelo MPF.

Da Redação com Jornal da Paraíba

[DENUNCIA] Secretária Ana Cláudia e Vereadores desmontam farsa do Hospital da Criança em Campina e atestam abandono da obra inaugurada pelo ex-Prefeito Romero Rodrigues

Após receber diversas denúncias referentes ao abandono das obras do Hospital da Criança e do Adolescente de Campina Grande, a Secretária de Estado do Desenvolvimento e Articulação Municipal (Sedam), Ana Cláudia Vital, juntamente com os vereadores Anderson Almeida e Jô Oliveira, Secretário Executivo Galego do Leite e Dr. Valdé Silveira , Coordenador de Gestão do Estado constataram que a obra do citado Hospital, localizado na Avenida Floriano Peixoto, no bairro Dinamérica, está completamente abandonada, paralisada, inconclusa, sem a menor condição de prestação de atendimento aos campinenses.

Vale ressaltar que a obra foi inaugurada com pompas pelo então prefeito Romero Rodrigues, em 31 de dezembro de 2020, no apagar das luzes do seu Governo, com direito a descerramento de placa inaugural e discursos. Segundo Ana, “Lamentavelmente, o que vemos hoje é uma triste realidade. O prédio inacabado, que está se deteriorando pela ação do tempo, o mato tomando conta do lugar, e sem nenhum tipo de atendimento
sendo realizado à população, bem diferente do que era exibido em programas da Prefeitura de Campina Grande”.

Os vereadores Anderson Pila e Jô Oliveira fizeram gravações para suas redes sociais, afirmando que o lamentável era recordar também que o então prefeito Romero, havia dito que tinha privatizado o Maior São João Mundo No ano de 2017, pois essa privatização representaria uma economia de 5 milhões de reais, que seria revertido para a construção do Hospital. Importante registrar também que a empresa responsável pela realização do maior São João do mundo naquele ano (Aliança Comunicação e Cultura), foi denunciada pelo Ministério Público Federal por desvio de recursos federais (Operação fantoche realizada pela Polícia Federal).

Conforme o prefeito na época, Romero Rodrigues, o Hospital teria estacionamento, equipamentos modernos, 136 leitos e todos os recursos necessários para que o atendimento médico às crianças e adolescentes fosse feito com o máximo de eficiência e dignidade. De acordo ainda com o então prefeito , no novo hospital haveria um investimento de mais de R$ 10 milhões. “Só em equipamentos, serão investidos quase R$ 4 milhões, recursos já a disposição do Município, no Fundo Municipal de Saúde”, destacou Romero.

DEPÓSITO DE MENINOS – Os vereadores recordaram que na época, o prefeito ainda criticou o Hospital da Criança e do Adolescente inaugurado e entregue pelo então prefeito e hoje Senador Veneziano Vital, cujo atendimento já salvou a vida de milhares e milhares de crianças.

“Lembro que o prefeito tenha dito que o Hospital que ainda hoje funciona na Floriano Peixoto não passava de um “mero depósito de meninos”, destacaram os vereadores. Críticas infundadas partindo de alguém que não sabe reconhecer os méritos de outras gestões.

Segundo Ana Cláudia uma obra que após ter sido sua inauguração adiada por diversas vezes foi anunciada como entregue a sua primeira etapa no final de 2020, contando inclusive, com a presença do prefeito eleito Bruno Cunha Lima, que até hoje nada fez para que o Hospital fosse entregue efetivamente à população, mesmo nesse período grave, com casos de Covid, sendo registrados também em crianças e adolescentes. Não fosse o Hospital entregue na gestão do ex-prefeito Veneziano, essas crianças estariam sem atendimento algum.

Ana Claúdia divulgou um vídeo das suas redes sociais, seguida pelos vereadores, que também divulgaram as denúncias em seus perfis, confira:

[REPÚDIO] EM ENTREVISTA, ANA CLAÚDIA REPUDIA AÇÃO DA PREFEITURA CONTRA MOVIMENTO DE OCUPAÇÃO NA COZINHA COMUNITÁRIA DO JEREMIAS

Em entrevista concedida na manhã dessa quarta-feira (26), na rádio Correio FM, ao jornalista Márcio Rangel, a Secretária de Desenvolvimento e Articulação Municipal do Estado, Ana Claúdia Vital, repudiou ação de funcionários da Prefeitura de Campina Grande e criticou o Prefeiro Bruno Cunha Lima, que na última terça-feira ondernou que esses funcionários invadissem a ocupação da Cozinha Comunitária do Jeremias e tentaram expulsar moradores que desde o mês de abril estão ocupando o espaço e servindo alimentação a comunidade.

Ana Claúdia Vital, Secretária do Desenvolvimento e Articulação Municipal da Paraíba

A Secretária inicialmente criticou a ausência de uma política de segurança alimentar na gestão municipal do Prefeito Bruno, na qual ela denominou como uma falta de competência, incapacidade e de sensibilidade por parte do gestor com a população em alto grau de vulnerabilidade social, cartilha essa seguida em continuidade ao pensamento do seu mentor, o ex-prefeito Romero Rodrigues. Ana Cláudia citou como exemplo em sentido contrário, a gestão do Prefeito Cícero Lucena, na capital, onde o mesmo está ampliando o número de restaurantes populares por toda cidade, exemplo esse que não é seguido em Campina Grande.

Segundo ela, diante dessa ausência do poder público municipal, a própria população tomou a iniciativa de reabrir a Cozinha Comunitária do Jeremias, onde esse trabalho coletivo tem servido para minimizar a fome dos moradores de toda aquela região, e que ao invés de atender as demandas do movimento, a Prefeitura enviou servidores que tentaram, por mais uma vez, finalizar as atividades que ocorrem naquele local e que deveriam ser realizadas pela própria gestão.

Ana Cláudia questionou qual a visão do Prefeito Bruno Cunha Lima em relação a população carente do município, segundo ela, “É algo que nos chama atenção e nos faz perguntar o porquê desse olhar diferenciado com a população que está passando fome na nossa cidade. Minha gente, isso é muito sério! A gente precisa se atentar para isso!”.

Além disso, a Secretária enfatizou que se não fosse a ação do Governo do Estado na cidade, onde através do Restaurante Popular e do Programa Prato Cheio, que juntos servem uma média diária de 2500 refeições, a população de Campina Grande estaria em uma situação de maior gravidade, pela falta de iniciativa da gestão municipal.

Por fim, Ana Claúdia informou que o estado está finalizando os últimos processos burocráticos para dar inicio a implantação do novo Restaurante Popular estadual, que será localizado na zona Oeste da cidade e que é fruto de uma iniciativa do Senador Veneziano Vital, que destinou 1,6 milhão em emendas para esse novo projeto.

Redação Gabinete Paraíba

[AMEAÇA] Funcionários da SEMAS quebram cadeados e ameaçam moradores de despejo na ocupação da Cozinha Comunitária do Jeremias

Informações repassadas pelo Comitê Sindical e Popular Contra a Fome, grupo organizado que reúne os movimentos sociais e a população do bairro do Jeremias, que organizam e coordenam as atividades realizadas na ocupação da Cozinha Comunitária do bairro, deram conta que na manhã dessa terça-feira (25), funcionários da Prefeitura de Campina Grande, especificamente da SEMAS, estiveram no local, quebraram cadeados, invadiram a cozinha e deram ordem de despejo aos moradores.

A ocupação do local acontece desde o dia 19 de abril, quando os movimentos sociais organizados e a população do bairro reabriram o local e desde então o grupo tem servido uma média de 8 mil refeições por semana, com o intuito de minimizar a fome e os efeitos da pandemia, como também de cobrar da gestão municipal a reabertura e a responsabilidade da Prefeitura em prestar o serviço para a população. Confira matéria publicada no Gabinete Paraíba, clique aqui.

Cozinha Comunitária do Bairro do Jeremias, ocupada pelos movimentos sociais e moradores do bairro

Segundo as informações, houve uma tentativa de encerramento das atividades no dia de hoje, quando funcionários da SEMAS estiveram no local, retiraram e levaram os cadeados, além de faixas e cartazes ali expostos, onde foi ordenado que as pessoas se retirassem do local, segundo os presentes, houve um início de tensionamento entre as partes e após a chegada de mais membros do Comitê, foi aberto um diálogo e definida a permanência do grupo no local.

O Comitê segue cobrando um posicionamento da gestão do Prefeito Bruno Cunha Lima. Ainda no mês de abril, no dia 27, o movimento realizou um ato em frente ao Gabinete do Prefeito, quando na oportunidade, uma comitiva dos representantes do movimento foi recebida pela Chefia de Gabinete, onde foi discutida a demanda do grupo e a Prefeitura tendo se comprometido em dar uma resolução a situação, encaminhamento esse que segue sem conclusão.

Ainda de acordo com o Comitê, não é a primeira vez que a gestão tenta encerrar as atividades da ocupação da Cozinha Comunitária. Segundo Olímpio Rocha, membro do corpo jurídico do movimento, não há nenhuma ação jurídica que justifique a ordem dada  de despejo pelos funcionários da Prefeitura. O movimento ainda reforça que a ocupação segue forte, mobilizada e reiterando a necessidade do Prefeito Bruno Cunha Lima em dar uma resposta a insegurança alimentar que atinge diversas famílias na cidade.

Confira o vídeo divulgado no perfil do Levante Popular da Juventude, entidade que faz parte da coordenação do Comitê:

Redação Gabinete Paraíba

[FOGO AMIGO] Pegou mal, pegou muito mal, fala de Alexandre expõe Prefeito e a gestão diante de mais um problema na pandemia

O Vereador Alexandre do Sindicato (PSD), Líder do Governo Bruno Cunha Lima na Câmara Municipal em Campina Grande, conhecido pelos seus posicionamentos políticos polêmicos, além do alinhamento ideológico com o Presidente Bolsonaro, tanto fez que conseguiu ser o assunto mais falado no estado desde o dia de ontem, quando na tribuna da Casa Félix Araújo o mesmo se referiu ao fato de ser avesso a vacinação, ser “negativista” e preferir o tratamento precoce com o uso de medicamentos sem eficácia comprovada para a Covid, confira a postagem feita pelo Gabinete Paraíba.

“Lamento se a ironia foi mal interpretada”, comentou o Vereador em nota divulgada ainda no dia ontem, para justificar o injustificável, ainda que, segundo ele, “reconhece que o comentário, sem a compreensão do contexto, pode gerar interpretações equivocadas”. 

Acontece que, primeiramente, lamentável é que um Vereador, ainda mais Líder do próprio governo, se utilize de ironias para tratar um assunto tão sério, como a pandemia, após 442 mil mortes em nosso país, com 844 mortes em Campina Grande, além de responsabilizar quem o ouviu pelo conteúdo por ele dito, aonde não cabe interpretações diferentes daquilo que foi claramente falado. Assumir o erro pelo metade, é não assumir as próprias responsabilidades.

O resumo da história é que pegou mal, pegou muito mal para o Vereador, conhecido na legislatura passada como Alexandre de Romero, motivo de orgulho já exposto pelo próprio Vereador, o mesmo acaba mantendo a mesma postura efusiva e muitas vezes questionáveis, com falas absurdas como as de ontem ditas na casa legislativa, para que dessa vez possa também ser reconhecido como Alexandre de Bruno.

No entanto, o Chefe do Executivo municipal, ainda na tarde de ontem, foi a público contrariar o seu próprio líder, na tentativa de amenizar o estrago causado pela fala de Alexandre, afirmando que ela não representava a opinião do Governo e sim apenas do próprio Vereador.

Vereador Alexandre do Sindicato (PSD), Líder do Governo Bruno Cunha Lima na Câmara Municipal. Prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD)

A questão é que para Bruno, também pegou mal, pegou muito mal, numa demonstração clara da falta de alinhamento com a sua base, além de ter que arcar com mais um problema, diante dos vários que estão sendo denunciados sobre a sua gestão durante a pandemia, desde a desorganização no processo de vacinação, enormes filas para atendimento no Pedro I, o número de pessoas vacinadas com CPFs de pessoas falecidas, a disputa com o Governo do Estado sobre os decretos, os questionamentos do Ministério Público sobre o uso de medicamentos não comprovados, entre outros.

Os estrategistas políticos de Bruno estão tendo muito trabalho para conseguir manter uma narrativa convincente de que não há problemas em seu governo, ainda mais quando o fogo parte da sua própria liderança. Caberá a Bruno fazer o cálculo se compensa manter essa mesma herança do Governo Romero ou se definitivamente muda o seu principal interlocutor na Câmara, dando finalmente a sua própria cara a sua bancada, afinal de contas não é mais segredo nos bastidores da política campinense, a insatisfação dos aliados oriundos do antigo Prefeito, que seguem esquecidos na atual gestão.

Redação Gabinete Paraíba

[NEGATIVISTA] Em tom de riso, Vereador líder do Governo Bruno na Câmara, recusa vacina e defende medicamentos sem comprovação científica

Na manhã dessa quarta-feira (19), o Vereador Líder do Governo na Câmara, Alexandre do Sindicato (PSD), do mesmo partido do Prefeito Bruno Cunha Lima, protagonizou um discurso minimamente questionável, onde o mesmo afirmou que não tem pressa para tomar vacina e que é totalmente avesso ao método, dando preferência a utilização de medicamentos sem comprovação científica, utilizados no chamado tratamento precoce, questionados pela sua ineficácia, como a ivermectina e azitromicina.

Vereador Alexandre do Sindicato (PSD), Líder do Governo Bruno Cunha Lima na Câmara de Vereadores de Campina Grande

A fala do Vereador ocorreu devido ao fato de que na Câmara estava ocorrendo uma ação de testagem para a Covid-19, em funcionários da casa e dos gabinetes, como também para os próprios legisladores e legisladoras.

“Eu como sou negativista, não vou fazer! Eu não aceito, não, eu sou totalmente avesso, eu sou muito mais da ivivemercritina (SIC) e azitromicina, chá de Hortelã e Limão Galego, isso pra mim tem funcionado, Graças a Deus! Então quem quiser tomar minha vacina, vá a frente, pode tomar minha vacina, pode se vacinar, pode se fazer testagem, fiquem a vontade, ocupem minha vaga ai na questão da testagem, muito obrigado colegas!”

Segundo publicado pelo Blog do Max Silva, a fala do Vereador também se referia as pessoas que já estariam aguardando, desde cedo, na fila para tomar a segunda dose da Coronavac, que ocorrerá no turno da tarde do dia hoje.

O Vereador já é conhecido por posicionamentos negacionistas, alinhado ao discurso do Presidente Bolsonaro, que tem a política defendida por ele e pelo Prefeito Bruno Cunha Lima. A fala de Alexandre acontece na semana em que a Prefeitura de Campina Grande anuncia a adoção de medidas mais restritivas para conter o avanço da pandemia, um mês depois de ter entrado na justiça contra o Governo do Estado, que estabelecia regras mais duras para conter a transmissão do vírus em todo o estado e que também atingia Campina Grande. O Prefeito Bruno confirmou que está analisando o novo decreto estadual e poderá utilizá-lo.

Confira o Vídeo:

Redação Gabinete Paraíba

[FRAUDES] Lista do TCE constata que gestão de Bruno Cunha Lima é a campeã em número de CPF’s de falecidos entre os vacinados na PB

Um relatório produzido por auditores do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e divulgado no início deste mês revelou inconsistências na distribuição de doses de vacinas contra a covid-19, em dezenas de municípios paraibanos. A mais ‘curiosa’ delas, a presença de 341 imunizados com CPFs de pessoas falecidas. Um dado que chama atenção é que a cidade de Campina Grande administrada pelo prefeito Bruno Cunha Lima (PSD) é campeã na Paraíba no número de fura-filas (50 casos), vale ressaltar que a gestão municipal já responde há várias ações junto ao Ministério Público pela má condução na pandemia.

O município que mais registrou casos de fura-filas foi Campina Grande (50 casos). Depois, João Pessoa (40 casos). A partir dos dados, uma força-tarefa comandada pelo TCE-PB foi montada para investigar os casos. Veja: (https://tce.pb.gov.br/noticias/tce-pb-encontra-irregularidades-na-vacinacao-contra-covid-19-e-reune-orgaos-de-controle-para-intensificar-fiscalizacao/view)

Outros erros da gestão de Bruno com a pandemia

Fura Filas – Recentemente o MP entrou com ação, para investigar a denuncia, onde segundo populares, aliados do prefeito, teriam tido o aval para furar a fila da vacinação das doses recebidas pelo Governo Federal para a primeira etapa do programa nacional de imunização contra a Covid-19. “Formalizei denúncia no ministério público, com as provas colhidas e produzidas, pelos próprios vacinados, que furaram a fila de prioridade na vacinação contra à COVID-19 em Campina Grande. Ser amigo do Rei, garantiu essa prioridade”, disse a médica Tatiana Medeiros.

“Kit-covid” na gestão de Bruno – O Ministério Público da Paraíba (MPPB) estipulou um prazo entre 30 e 90 dias para concluir o procedimento inicial de uma denúncia realizada contra a Prefeitura de Campina Grande (PMCG), por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS). Segundo a denúncia, mesmo sem eficácia comprovada, o Hospital Municipal Pedro I, no bairro de São José, estaria mantendo a prescrição do chamado “kit-covid” para pacientes com sintomas da doença. Na semana passada, em depoimento a CPI da Covid, instalada no Senado Federal, o diretor-presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Antônio Barra Torres, surpreendeu integrantes da CPI ao criticar as falas e ações negacionistas do chefe do Executivo e pedir para que ninguém siga suas orientações.

Segundo o Ministério Público, a Notícia de Fato (NF) está sendo analisada pela Promotoria de Justiça de Campina Grande, através da promotora de Justiça de Defesa da Saúde de Campina Grande, Adriana Amorim de Lacerda. Além do hospital, a promotora deve ouvir o Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB). De acordo com o CRM, a prescrição do “kit-covid” é permitida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), contanto que o médico informe ao paciente a falta de evidências científicas e os efeitos colaterais. O mais curioso é que a distribuição dessas substâncias foi confirmada pelo próprio Bruno, que fez uma transmissão ao vivo por meio das suas redes sociais em frente à unidade hospitalar. Veja: https://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2021/03/27/prefeitura-de-campina-grande-distribui-remedios-sem-eficacia-comprovada-para-covid-19.ghtml

Redação 

[POR UM FIO] Cresce a especulação da possível demissão do Secretário Felipe Reúl e críticas à condução da saúde na cidade

Na manhã dessa sexta-feira (14) portais de notícias do estado passaram a publicar que a situação do Secretário de Saúde de Campina Grande, Felipe Reul, não está nada boa. Em um momento onde a cidade vê o número de casos subirem drasticamente e do anúncio de que novas medidas restritivas serão publicadas pelo Prefeito Bruno Cunha Lima, o próprio Secretário de Saúde não participou da reunião de definição das novas decisões da Prefeitura.

Segundo o Blog do Max Silva, Reul não esteve presente na quinta-feira (13) do encontro promovido pelo Prefeito Bruno para a discussão das tomadas de decisões que serão divulgadas com a intenção de conter o avanço da Covid na cidade. Participaram da reunião de trabalho, no Ipsem, os secretários Gilney Porto (adjunto da Saúde), Rosália Lucas (Desenvolvimento Econômico), Gustavo Braga (Finanças), Asfora Neto (Educação), além do procurador-geral do Município, Aécio Melo. O coordenador de Comunicação, Marcos Alfredo, e o assessor especial, Roberto Santa Cruz.

O Prefeito Bruno tem enfrentado nas últimas semana fortes críticas em relação a condução das ações da pandemia, a população principalmente tem divulgado nas redes sociais vídeos e imagens do caos que está ocorrendo no processo de vacinação no município, só nessa sexta, imagens do Hospital Pedro I, feitas pelo jornalista Josué Cardoso, mostram enormes filas e a falta de pessoal para atendimento a população.

Hospital Pedro I, imagens Josué Cardoso

Durante a semana o prefeito já tinha anunciado mudanças na Coordenação de Imunização da cidade, como anunciou o Blog do Maurílio Junior, Samira Luna foi adicionada também a função, para que ao lado de Miralva Cruz, antiga e atual coordenadora, pudesse dar melhores respostas a coordenação do processo. Porém especula-se que a decisão do prefeito em não mudar Miralva e mantê-la também no cargo, tenha sido só uma forma educada de não demiti-la.

A prefeitura também tem recebido fortes críticas e questionamentos por parte da justiça, sobre o fato de ainda manter no seu protocolo de atendimento a pacientes com a Covid, o chamada Kit Covid, um coquetel de medicamentos sem comprovação científica para o atendimento das vítimas da doença, que inclue a cloroquina, defendida de forma efusiva pelo Presidente Bolsonaro, que já é alvo de questionamentos da CPI da Covid, que ocorre no Senado.

A ausência injustificada de Reul no último encontro decisivo sobre as medidas na cidade, sendo ele o principal responsável, ao lado do Prefeito Bruno, da condução desse processo no município, aliada ao acúmulo de críticas e dificuldade de resolução rápida dessas situações, fortalece assim a suspeita que o mesmo possa estar próximo de ser demitido.

Bruno precisa ser mais ágil em dar uma resposta a toda população, a estratégia da prefeitura de tentar mostrar uma realidade oposta aos fatos e justificar com discursos políticos contra aqueles que tentam demonstrar essa verdadeira situação, já não tem surtido efeito na população que vivência no dia-a-dia os problemas da cidade.

Redação Gabinete Paraíba

[DIZ O POVO] Bruno teria se irritado em entrevista e dado “piti” em rádio

Diz o povo, por informações que circularam nos bastidores da política campinense no início dessa manhã chuvosa de sexta-feira (14) e que chegaram à redação, em forma de áudio, aos autores desse blog, que o Prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), teria se irritado em entrevista à rádio CBN, pois segundo ele, teria tido a sua fala cortada em plena rádio.

A gente explica, o Prefeito estaria dando entrevista na rádio, quando em determinado momento, os jornalistas pediram para que o mesmo desse uma pausa em seu pronunciamento, pois haveria de entrar no ar o quadro “Repórter CBN”, que segue as normativas nacionais da emissora e da construção da grade da própria rádio, a cada meia hora informando as principais noticias em destaque.

Ao que parece, o Prefeito não teria gostado nada disso e fora do ar teria discutido com os jornalistas, alegando que a fala dele teria sido interrompida. Resumo da história, foi “aquele carnaval”, Bruno teria desligado na cara dos jornalistas e saído da entrevista.

Fica agora o questionamento, será que Bruno realmente teria feito isso? Diz o povo, que sim!

Redação Gabinete Paraíba