Novo decreto disciplina realização de eventos esportivos em estádios, ginásios e shows

O Diário Oficial do Estado (DOE) divulga, nesta quarta-feira (29), em edição suplementar, o decreto que disciplina as atividades na Paraíba entre os dias 1º e 17 de outubro. As novas diretrizes autorizam a realização de eventos esportivos realizados em estádios, bem como em ginásios que apresentam adequada circulação natural de ar com limite máximo de público de até 20% de sua capacidade. Para ter acesso aos locais será necessário apresentar a carteira de vacinação em papel ou digital que certifiquem o recebimento de primeiras doses há pelo menos 14 dias ou segundas doses das vacinas para a Covid-19.

Além disso, os shows serão liberados, com ocupação de até 20% da capacidade do local, observando todos os protocolos elaborados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) e pelas Secretarias Municipais de Saúde e a apresentação de testes de antígeno negativo para Covid-19 realizados até 72 horas antes dos eventos e a demonstração da situação vacinal, sendo obrigatório ter recebido pelo menos uma dose há 14 dias ou o esquema vacinal completo.

A nova etapa de flexibilização leva em consideração que a Paraíba já dispõe da totalidade de primeiras doses necessárias para ofertar 100% de cobertura vacinal para a população de 18 anos ou mais e o avanço da imunização das pessoas em todo o estado, permitindo a adoção de medidas para que se atenuem os efeitos socioeconômicos e culturais da pandemia.

Os eventos esportivos realizados em estádios deverão distribuir o público em quatro setores distintos e com entradas exclusivas para cada um. Nos ginásios, a distribuição de público deverá ocorrer em pelo menos duas áreas diferentes e com entradas exclusivas.

Também permanece permitido o funcionamento de cinemas, teatros e circos, com 50% da capacidade, observando todos os protocolos sanitários. Eventos sociais e corporativos podem ocorrer com o mesmo percentual de público.

Confira o documento:

Paraíba realiza Dia D de vacinação contra a Covid-19 no sábado

Secretaria de Estado da Saúde (SES) realizará, no sábado (25), o Dia D de vacinação contra a Covid-19. O intuito é oportunizar o acesso da população à vacina. A mobilização ocorrerá nos 223 municípios, com abertura de forma simultânea em João Pessoa e Campina Grande. 

De acordo com o secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, o objetivo é ampliar a oferta da dose (D1) para aqueles que já estão contemplados na Campanha e não foram ainda vacinados, além de melhorar as coberturas de dose 2 (D2) daqueles que já estão no período adequado para fechamento de seu esquema vacinal.

“Vamos realizar o Dia D no sentido de garantir o acesso a todas as pessoas que ainda não conseguiram se vacinar. Alinhamos com todos os municípios que não será necessário o agendamento prévio para poder tomar vacina”, pontua. 

O secretário destaca que a meta mínima a ser alcançada para a vacinação é de 90% do público-alvo preconizado pelo Programa Nacional de Imunizações. E solicita o empenho das gestões municipais no sentido de informar os dados de doses aplicadas no site de campanha de forma diária. 

A Paraíba já recebeu um total de 5.228.180 de doses. Até o momento, 2.665.199 pessoas foram vacinadas com a primeira dose e 1.275.203 completaram os esquemas vacinais onde 1.212.523 tomaram as duas doses e 62.680 utilizaram imunizante de dose única. De acordo com os dados registrados, 523.480 pessoas estão com esquemas vacinais incompletos. 

Pfizer e BioNTech anunciam que vacina é segura e induz resposta imune em crianças de 5 a 11 anos

Anúncio foi feito depois de resultados preliminares dos testes de fase 2 e 3, conduzidos de forma simultânea. Segundo as empresas, perfil de segurança da vacina foi comparável ao da faixa etária de 16 a 25 anos, que havia sido testada previamente.

As empresas Pfizer e BioNTech anunciaram, nesta segunda-feira (20), que a vacina desenvolvida por elas contra a Covid-19 é segura e induziu uma resposta imune “robusta” em crianças de 5 a 11 anos.

Os dados são preliminares e ainda precisam passar por avaliação de outros cientistas para serem publicados em revista científica. Até agora, a vacina da Pfizer pode ser aplicada em pessoas a partir dos 12 anos – tanto no Brasil como em outros países.

Veja resumo do anúncio:

  • Os resultados em crianças vêm de testes de fases 2/3 que estavam sendo conduzidos pelas empresas. Participaram 4,5 mil bebês e crianças com idades entre 6 meses e 11 anos de quatro países: Estados Unidos, Finlândia, Polônia e Espanha.
  • Dos 4,5 mil participantes no total, 2.268 tinham idades entre 5 e 11 anos. Essas crianças receberam uma quantidade menor da vacina: duas doses de 10 µg (microgramas) administradas com 21 dias de intervalo. Nas pessoas a partir dos 12 anos, a dose era de 30 µg.
  • As respostas de geração de anticorpos nos participantes que receberam doses de 10 µg foram comparáveis às registradas em pessoas de 16 a 25 anos, segundo a Pfizer. A concentração (título) de anticorpos foi medida um mês após a segunda dose da vacina.
  • A vacina foi “bem tolerada, com efeitos colaterais geralmente comparáveis aos observados em participantes de 16 a 25 anos de idade”, disse a farmacêutica.
  • A empresa afirmou que a dose de 10 µg foi “cuidadosamente selecionada como a dose preferida para segurança, tolerabilidade e imunogenicidade” (geração de anticorpos) em crianças de 5 a 11 anos.
  • A expectativa é de que os resultados da faixa etária de 6 meses até 5 anos sejam divulgados ainda neste ano. Essas idades foram divididas em dois grupos: de 6 meses até 2 anos e de 2 a 5 anos. Ambos os grupos receberam doses abaixo de 3 µg.

A Pfizer e a BioNTech disseram, ainda, que “planejam compartilhar esses dados” com a Food and Drug Administration (FDA), a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) e outras agências regulatórias “o mais rápido possível”.

As empresas também anunciaram que “planejam enviar dados do estudo completo de fase 3 para publicação científica”.

Vacinação em adolescentes

No Brasil, a vacina da Pfizer pode ser usada em adolescentes a partir dos 12 anos, segundo autorização concedida em junho pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Ela é a única que pode ser aplicada em menores de idade no país até agora.

Na semana passada, entretanto, o Ministério da Saúde determinou que a imunização de adolescentes de 12 a 17 anos contra a Covid-19 só deveria ser feita naqueles que tivessem deficiência permanente, comorbidades ou que estivessem privados de liberdade.

Antes da mudança de regra, ao menos 22 estados e o Distrito Federal já haviam começado a vacinar essa faixa etária contra a Covid-19 sem determinar outras restrições – como comorbidades ou gestação.

Para justificar a decisão, a pasta afirmou que “os benefícios da vacinação em adolescentes sem comorbidades ainda não estão claramente definidos”.

A nova determinação do Ministério, entretanto, foi criticada por especialistas e contestada pela própria Anvisa – que afirmou não haver “evidências” que justifiquem a alteração da recomendação para uso da vacina em adolescentes.

Ao menos 20 capitais e o Distrito Federal anunciaram, no fim de semana, que vão continuar vacinando a faixa etária de 12 a 17 anos.

Informações do G1

CAMPINA GRANDE: PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL DECIDEM EM ASSEMBLEIA PERMANECER EM ATIVIDADE REMOTA

Os professores do município decidiram em Assembleia permanecer em atividade remota após o anúncio da prefeitura de Campina Grande sobre o retorno às aulas presenciais nas creches e escolas da rede municipal na próxima segunda, dia 20. A decisão é resultado da fiscalização do Sintab, onde se constatou um agravamento das condições estruturais e de trabalho das unidades escolares, em estado de abandono, após 1 ano e meio de pandemia e nenhuma das reformas prometidas pela gestão municipal terem sido realizadas. O ofício informando sobre a decisão da categoria em permanecer em atividade remota já foi protocolado e enviado à SEDUC e a PMCG.

A denúncia repercutiu fortemente entre os professores e servidores do apoio, que rechaçaram a tentativa da Secretária de Educação (SEDUC) em impor um retorno presencial sem considerar os riscos sanitário às vidas das pessoas. Na maioria das escolas, o Sintab encontrou salas de aula sem ventilação, banheiros que não funcionam, pias quebradas, além da falta de equipamentos de proteção individual (EPI), em desacordo com o Protocolo para o Retorno das Aulas Presenciais elaborada pela própria SEDUC.

Para o presidente do Sintab Giovanni Freire, a situação é tão grave que tem escolas que precisam ser demolidas e construídas novamente. “O mais grave é que as escolas não passaram por nenhuma intervenção estruturante. Somente coisas pequenas, como marcação no chão. Por isso tomamos a decisão de fazer as visitas e elaborar um relatório técnico para ser apresentado ao Ministério Público, Conselho Municipal de Educação e a SEDUC”, explicou.

Até o momento foram visitadas 22% das escolas e creches da rede municipal. De acordo com Mônica Santos, vice-presidente do Sintab, “estamos preparando um formulário minucioso. Temos fotos de todas as instituições que estamos visitando. A maioria das escolas não comporta sequer o número de alunos de 50% com distanciamento previsto de 1,5m, sem ventilação e basculantes que não abrem. Tem escolas que a sala de aula é um forno”, criticou.

Franklyn Barbosa, diretor do Sintab, lembrou que durante todo esse período da pandemia a prefeitura não capacitou os professores para o modelo remoto, não forneceu celular, computador e nem internet para os mesmos ministrarem as aulas remotas. “A prefeitura economizou durante toda a pandemia. Para onde foi esse dinheiro? O que a prefeitura está fazendo com esse dinheiro? As imagens são muito fortes e chocantes. Se você não se indignar com isso, vai se indignar com o que?”.

Já Napoleão Maracajá, diretor de comunicação, destacou a falta de sensibilidade da gestão com os trabalhadores da educação e alertou: “Ao colocar alunos e trabalhadores num ambiente de risco, a SEDUC se torna responsável pelo que acontecer com eles”. Napoleão também se referiu à injustiça cometida com os servidores do Apoio: “estamos defendendo que as aulas continuem remotas por razões óbvias, mas os servidores do apoio estão sendo obrigados a irem para as escolas”, disse na ocasião.

É importante ressaltar que a decisão desta Assembleia é válida somente para a categoria do magistério. Os servidores do Apoio da Educação, por força de decisão judicial, retornaram ao trabalho nas escolas. Porém, ficou decidido que este retorno acontecerá somente após a conclusão do ciclo de imunização vacinal e a disponibilização dos EPIs no ambiente de trabalho, como preconizado no Protocolo de Retorno, em Requerimento Administrativo disponível para imprimir no site do Sintab. Para mais informações, entre em contato pelo fone (83) 9-9663-1398 ou através das redes sociais do Sintab no Facebook e Instagram.

[DENUNCIA] Secretária Ana Cláudia e Vereadores desmontam farsa do Hospital da Criança em Campina e atestam abandono da obra inaugurada pelo ex-Prefeito Romero Rodrigues

Após receber diversas denúncias referentes ao abandono das obras do Hospital da Criança e do Adolescente de Campina Grande, a Secretária de Estado do Desenvolvimento e Articulação Municipal (Sedam), Ana Cláudia Vital, juntamente com os vereadores Anderson Almeida e Jô Oliveira, Secretário Executivo Galego do Leite e Dr. Valdé Silveira , Coordenador de Gestão do Estado constataram que a obra do citado Hospital, localizado na Avenida Floriano Peixoto, no bairro Dinamérica, está completamente abandonada, paralisada, inconclusa, sem a menor condição de prestação de atendimento aos campinenses.

Vale ressaltar que a obra foi inaugurada com pompas pelo então prefeito Romero Rodrigues, em 31 de dezembro de 2020, no apagar das luzes do seu Governo, com direito a descerramento de placa inaugural e discursos. Segundo Ana, “Lamentavelmente, o que vemos hoje é uma triste realidade. O prédio inacabado, que está se deteriorando pela ação do tempo, o mato tomando conta do lugar, e sem nenhum tipo de atendimento
sendo realizado à população, bem diferente do que era exibido em programas da Prefeitura de Campina Grande”.

Os vereadores Anderson Pila e Jô Oliveira fizeram gravações para suas redes sociais, afirmando que o lamentável era recordar também que o então prefeito Romero, havia dito que tinha privatizado o Maior São João Mundo No ano de 2017, pois essa privatização representaria uma economia de 5 milhões de reais, que seria revertido para a construção do Hospital. Importante registrar também que a empresa responsável pela realização do maior São João do mundo naquele ano (Aliança Comunicação e Cultura), foi denunciada pelo Ministério Público Federal por desvio de recursos federais (Operação fantoche realizada pela Polícia Federal).

Conforme o prefeito na época, Romero Rodrigues, o Hospital teria estacionamento, equipamentos modernos, 136 leitos e todos os recursos necessários para que o atendimento médico às crianças e adolescentes fosse feito com o máximo de eficiência e dignidade. De acordo ainda com o então prefeito , no novo hospital haveria um investimento de mais de R$ 10 milhões. “Só em equipamentos, serão investidos quase R$ 4 milhões, recursos já a disposição do Município, no Fundo Municipal de Saúde”, destacou Romero.

DEPÓSITO DE MENINOS – Os vereadores recordaram que na época, o prefeito ainda criticou o Hospital da Criança e do Adolescente inaugurado e entregue pelo então prefeito e hoje Senador Veneziano Vital, cujo atendimento já salvou a vida de milhares e milhares de crianças.

“Lembro que o prefeito tenha dito que o Hospital que ainda hoje funciona na Floriano Peixoto não passava de um “mero depósito de meninos”, destacaram os vereadores. Críticas infundadas partindo de alguém que não sabe reconhecer os méritos de outras gestões.

Segundo Ana Cláudia uma obra que após ter sido sua inauguração adiada por diversas vezes foi anunciada como entregue a sua primeira etapa no final de 2020, contando inclusive, com a presença do prefeito eleito Bruno Cunha Lima, que até hoje nada fez para que o Hospital fosse entregue efetivamente à população, mesmo nesse período grave, com casos de Covid, sendo registrados também em crianças e adolescentes. Não fosse o Hospital entregue na gestão do ex-prefeito Veneziano, essas crianças estariam sem atendimento algum.

Ana Claúdia divulgou um vídeo das suas redes sociais, seguida pelos vereadores, que também divulgaram as denúncias em seus perfis, confira:

PROFISSIONAIS DA ENFERMAGEM VÃO ÀS RUAS DE CAMPINA GRANDE EXIGIR APROVAÇÃO DO PISO SALARIAL

Centenas de profissionais da enfermagem realizaram na manhã de ontem, dia 30, carreata pelas ruas de Campina Grande com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre a precarização profissional da categoria. O ato faz parte da mobilização nacional para pressionar os congressistas a aprovar o Projeto de Lei 2564, que tramita no Senado Federal, onde institui o piso nacional da categoria e reduz a carga horária para 30 horas semanais. Com o apoio do Sintab e da ASPEN-CG, a carreata ocorreu respeitando os protocolos sanitários e de distanciamento social.

Giovanni Freire, presidente do Sintab, avaliou com sucesso o ato de ontem e disse que o próximo passo da categoria deve ser presencialmente no Congresso: “O Sintab é regional, mas pode ter certeza, se houver mobilização nacional quero contar com no mínimo 1 ônibus de profissionais da enfermagem para ir a Brasília pressionar os deputados. Porque ali é igual a panela de pressão e o fogo tem que ser alto, senão não cozinha ligeiro”.

Os profissionais da enfermagem são compostos por três categorias: enfermeiras, técnicos/auxiliares e parteiras. Embora seja um direito garantido na Constituição Federal, a luta pela aprovação do piso nacional e das 30 horas semanais já completa 3 décadas de negligência no Congresso Nacional. O forte lobby dos hospitais privados faz com que sejam a única categoria da Saúde sem estes direitos regulamentados. Porém, com a situação pandêmica da Covid-19 e a atuação na linha de frente destes profissionais, fez reacender a luta pela valorização profissional da enfermagem e também construir aliados importantes em Brasília.

O senador Fabiano Contarato (REDE) e a senadora Zenaide Maia (PHS) abraçaram a causa da enfermagem nas audiências públicas. Após live em defesa do projeto de lei realizada pelo Sintab com o senador Veneziano Vital (MDB) em maio, os outros senadores da Paraíba, Daniela Riberio (PP) e Nilda Godim (MDB), já se manifestaram positivamente pela aprovação da PL 2564, e garantem interlocução direta com o presidente do Senado Rodrigo Pacheco (DEM).

A presidente da ASPEN-CG, Larissa Ribeiro, explicou que a enfermagem passa por um processo de luta que trouxe visibilidade para a categoria, escancarando as péssimas condições de trabalho e remuneração. “Os enfermeiros e técnicos precisam se submeter a duas, três jornadas de trabalho para fazer um salário. A pandemia escancarou isso. E a luta tem sido fazer os deputados e senadores do Brasil entender que sem a enfermagem não se faz saúde”.

Com expectativa positiva entre a categoria e forte repercussão nacional, a enfermeira de saúde na família Priscila Medeiros convidou os deputados federais da Paraíba e o povo brasileiro a abraçar a causa da enfermagem. De acordo com Priscila, a enfermagem faz parte de todos os momentos da vida e, desde o nascer ao falecer, sempre haverá um enfermeiro, um técnico/auxiliar, uma parteira ao seu lado: “Então valorize a enfermagem e venha para a nossa luta”, disse ela.

Redação Gabinete Paraíba com Ascom / SINTAB

Secretária Ana Cláudia acompanha execução do Projeto Prato Cheio em Campina Grande e participa de entrega de mais 600 refeições

A Secretária de Estado do Desenvolvimento e Articulação Municipal (Sedam), Ana Cláudia Vital, juntamente com auxiliares e Vereadores, fez questão de acompanhar na manhã desta segunda-feira (21), a entrega de mais 600 refeições gratuitas às pessoas carentes de Campina Grande, que aconteceu no Largo do Açude Novo, através do “Programa Prato Cheio”, do Governo do Estado da Paraíba.

Acompanharam Ana Cláudia: o Secretário executivo da Sedam, Galego do Leite; o coordenador de gestão do Governo estadual, Valdé Silveira, além das vereadoras Jô Oliveira e Valéria Aragão.

O programa foi implantado há cerca de dois meses e vem matando a fome de centenas de campinenses que estão em situação de grave vulnerabilidade social, sobretudo pela ausência dos restaurantes populares e das cozinhas comunitárias, abandonadas pelo ex-gestor Romero Rodrigues e agora na administração do prefeito Bruno Cunha Lima. Ao todo, pelo Projeto Prato Cheio, são servidas 1000 refeições por dia, de segunda a sábado, de forma gratuita a população, são 200 refeições no café da manhã, 600 almoços e 200 jantas. O programa atingiu a marca de 52 mil refeições distribuídas ao longo de dois meses de atuação.

Antes de acompanhar a entrega das refeições, Ana Cláudia e auxiliares foram até o Restaurante Popular do Distrito dos Mecânicos, construído na gestão do então prefeito e hoje Senador Veneziano Vital, constatando a continuidade do abandono do local que já dura mais de 9 anos, sem nenhuma utilidade.

“A insensibilidade deste Governo é assustador. Fechou dois restaurantes populares e 9 (nove) cozinhas comunitárias há mais de 8 anos e mesmo diante da extrema necessidade gerada pela pandemia, nada faz pelo povo sofrido em termos de ação social”, lamentou Ana Cláudia.

Em seguida a Secretária esteve acompanhando a confecção das quentinhas do Projeto Prato Cheio, feita por profissionais habilitados, nas dependências da AABB, seguindo para entrega das refeições.

“Prato Cheio” – O programa distribui 1 mil refeições diárias para pessoas em situação de vulnerabilidade em Campina Grande, sendo 200 cafés da manhã, 600 almoços e 200 jantares, uma ação do Governo do Estado, através da Secretaria de Desenvolvimento Humano, que se une a outras ações da área de segurança alimentar da gestão do governador João Azevêdo.

Na cidade, o Governo da Paraíba já disponibiliza 1.500 refeições diárias no Restaurante Popular, o único da cidade, além de promover a entrega de cestas básicas para as famílias nesta pandemia.

Restaurantes Fechados – Na gestão de Veneziano como prefeito de Campina Grande a cidade ganhou dois restaurantes populares, sendo um no Centro, inaugurado em 2006; e outro no Distrito dos Mecânicos, inaugurado em 2009; além de 9 cozinhas comunitárias, instaladas no José Pinheiro, Malvinas, Galante, Bodocongó, Liberdade, São José da Mata, Pedregal, Jeremias e Catingueira, uma espécie de mini restaurantes populares. Ao todo, os restaurantes e as cozinhas forneciam mais de 7 mil refeições diárias. Todos foram desativados no início de 2013.

Redação Gabinete Paraíba com informações do Jornalista Josué Cardoso

DENÚNCIA: SINTAB ACIONARÁ MPT PARA GARANTIR QUE A PREFEITURA ENTREGUE EPIs AOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE

O Sintab decidiu nesta segunda-feira, dia 21, que vai acionar o Ministério Público do Trabalho para exigir que a Prefeitura de Campina Grande garanta a entrega de EPIs (máscaras, álcool em gel, fardamento, etc.) aos profissionais da saúde. Após receber denúncias gravíssimas de negligência com a saúde do servidor e de tentativas frustradas de negociação com a Secretaria de Saúde, não restou outra alternativa para o sindicato.

Giovanni Freire, presidente do Sintab, alertou que se a Prefeitura insistir em negligenciar esta questão, os profissionais da saúde têm todo o direito de paralisar as atividades.

“Nesse momento de pandemia, é crucial que os trabalhadores tenham que se proteger do risco de contágio. Não somos obrigados a trabalhar colocando em risco nossas vidas”, disse Giovanni.

Os agentes de saúde ACE, a título de exemplo, só receberam máscaras de TNT uma vez em março de 2020. Durante todo esse período ficaram sem receber o básico da prefeitura (fardamento, álcool em gel, máscaras). Já para os agentes de saúde ACS, só disponibilizam 1 máscara por jornada de trabalho, quando a recomendação oficial dos órgãos sanitários é a troca de máscara a cada 3 horas. Para mais informações, entre em contato pelo fone (83) 3341-3178 ou pelo e-mail ascomsintabpb@gmail.com.

Confira a postagem das redes sociais:

Redação Gabinete Paraíba com ASCOM / SINTAB

Vereadora Jô Oliveira pede urgência na vacinação de trabalhadores de farmácias, supermercados, postos de gasolina e agências bancárias de Campina Grande

Atendendo a apelos e reconhecendo a importância da imunização dos trabalhadores de serviços essenciais a vereadora Jô Oliveira (PCdoB), através de requerimento de indicação já aprovado pela Câmara Municipal, pede a vacinação de profissionais que trabalhem em farmácias, supermercados, postos de gasolina e agências bancárias de Campina Grande.

Vereadora Jô Oliveira – PCdoB

Esses trabalhadores sempre estiveram expostos a contaminação pelo novo Coronavirus e nunca paralisaram suas atividades durante esse período de pandemia nem puderam exercê-las de forma remota como aconteceu com outros profissionais. São pessoas que atuam em serviços essenciais e que garantem o funcionamento do município e a oferta desses serviços à toda a sociedade, por isso a importância da sua vacinação.

Os trabalhadores de serviços essenciais são o público da quarta fase do plano de imunização municipal, juntamente com os profissionais de educação. Porém até o presente momento ainda não se abriu cadastro para vacinação desse grupo.

Segundo a vereadora Jô Oliveira, muitas pessoas que atuam nesses serviços a procuram constantemente nas redes sociais pedindo o apoio nessa pauta.

“A gente recebe muitas mensagens nas redes sociais, de profissionais que atuam em farmácias, supermercados, agências bancárias… pessoas que sempre estiveram trabalhando de forma presencial durante todo esse período de pandemia, e que, através de uma reivindicação justa, pedem que sejam vacinados nessa quarta fase de imunização. Atendendo a esses pedidos e reconhecendo a importância deles nós apresentamos essa indicação, pedindo que seja aberto cadastro para que esses profissionais possam se vacinar, e esperamos a sensibilidade do poder público nesse sentido”, destacou a vereadora.

Nesse momento, a Prefeitura Municipal de Campina Grande vem vacinando o público em geral, independente de função e comorbidades, e esses profissionais de serviços essenciais ainda não foram priorizados no plano de imunização.

Assessoria

[DUROU POUCO] Médica Infectologista pede demissão do Ministério da Saúde após 10 dias de trabalho

Criada 15 meses após o início da pandemia, a Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 está sem comando.

O Ministério da Saúde informou neste sábado (22) que a médica infectologista Luana Araújo, anunciada para o cargo de secretária há apenas dez dias, desistiu de ocupar a função.

De acordo com o Estadão, Luana é defensora da vacinação em massa, já declarou ser favorável a medidas restritivas e contra o “kit covid”, mesmo para pacientes com sintomas leves.

Médica Luana Araújo ao Lado do Ministro Queiroga. Foto: Reprodução.

Segundo publicou a revista ‘Veja’, ela não aceitou determinações impostas pelo Palácio do Planalto e abriu mão de aceitar o cargo.

É possível que a médica seja chamada à CPI da Covid para explicar os motivos do recuo.

Fonte: Estadão